Pr. Valmir Fernandes
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
domingo, 26 de setembro de 2010
O que você acha do ABORTO?
Há, atualmente, uma verdadeira campanha contra a vida e legitimação do aborto no Brasil. Mesmo que na Declaração universal dos direitos humanos em seu Artigo III, que “toda pessoa tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal. O que não é fato novo, pois na palavra de Deus no livro de Êxodo cap.20:13 está escrito: “Não matarás”. E este, é um principio eterno, e parte do pressuposto de que, se você não pode criar ou dar a vida, também não poderá destruí-la. Os que são favoráveis á legalização do aborto, argumentam que em alguns casos, o aborto é aceitável; como por exemplo, em casos de estupro, má formação do feto, e em casos em que a gestação coloca em “risco” a vida da mulher. Mas será que há algum caso, seja dos acima citados ou em qualquer outra situação, que realmente justifique matar uma pessoa, ainda que seja um “feto”? O E.C.A. diz que qualquer crime ou maus-tratos contra uma criança ou “incapaz”, deve ser punido de forma exemplar. E com isso todos concordamos com os defensores da vida, da infância, da adolescência dos direitos humanos e tantos outros. Mas um “feto”, ainda que seja gerado por meio de um ato de violência ou abuso, não seria um “incapaz”, que mereça a proteção e o cuidado por parte dessa mesma lei? Entende-se, que uma mulher, que tenha sido covardemente violentada, e como resultado venha uma gravidez indesejada, ficará traumatizada e sofrerá pelo resto de sua vida, com as lembranças terríveis, desse ato cruel. Concordo, plenamente. Mas, não posso deixar de fazer aqui algumas reflexões sobre o tema em questão:
O aborto, não será tão traumático quanto estupro, ainda que feito de forma “legal” e acompanhado por profissionais de saúde?
O “filho” seria somente do agressor, não seria também da mulher, ainda que não seja “desejado” e/ou planejado? É “legal” matar o próprio filho sob qualquer justificativa?
Não seria o aborto, apenas uma forma de o governo se livrar, de um problema social?
Não seria o caso, do “estado” propiciar á estas mulheres vítimas desse infortúnio, (pra não dizer tragédia) prestar-lhes todas as formas de assistência de que precisarem, como acompanhamento psicológico, médico e financeiro, até que esta criança nasça, e a família possa decidir se cuidariam dela ou não? E, caso não o queiram, o “estado” deveriam assumir o cuidado e a educação dessas crianças e ao invés de dar autorização para matá-los, encaminhá-los para programas de adoção, onde teriam a chance de serem amadas, cuidadas, tendo garantido o seu direito á vida, prevista na declaração universal dos direitos humanos. Ao invés de serem exterminados sem nenhuma chance de defesa. Enquanto penso nisso, me dói o coração só de pensar que um ato desses, possa causar tanto sofrimento, e por fim, a morte de um inocente, seja tão freqüente em nosso país! “Meu Deus, tenha misericórdia de todos nós”.
Se você puder, dê sua opinião sobre este assunto.
Um abraço pra você.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
O mundo ou o Céu?
Diz o ditado: “O mundo é dos espertos”.
Diz a Bíblia: “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele”. (I João 2:15)
Ademais, o salmista Davi pergunta: Quem subirá ao monte do SENHOR, ou quem estará no seu lugar santo? O mesmo texto nos trás a reposta: Ei-la: “Aquele que anda sinceramente, e pratica a justiça, e fala a verdade no seu coração. Aquele que não difama com a sua língua, nem faz mal ao seu próximo, nem aceita nenhum opróbrio contra o seu próximo; á cujos olhos o réprobo é desprezado; mas honra os que temem ao SENHOR; aquele que jura com dano seu, e, contudo não muda. Aquele que não dá o seu dinheiro com usura, nem recebe peitas contra o inocente. Quem faz isto nunca será abalado”. (Sl.15:2-5)
Com base nisso, pode-se afirmar que: o mundo pode ser dos espertos, mas o céu é para os santos! Ainda, em Isaias cap. 1:19-20, lemos: Se quiserdes, e obedecerdes, comereis o bem desta terra. Mas se recusardes, e fordes rebeldes, sereis devorados à espada; porque a boca do SENHOR o disse. Parece pro esse texto que ser abençoado ou não, é uma questão de escolha, e obediência, e não, como se pensa, apenas uma questão de necessidade. É preciso, escolher ser obediente, não uma obediência cega, mas racional. Eis aí a questão: O céu ou o mundo, a benção ou a maldição, a vida ou a morte.
O que desejas? Eis a opção! FAÇA HOJE MESMO A SUA ESCOLHA!
Um abraço pra você.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Não abro mão
Estamos costumados como uma sociedade na qual nascemos e aprendemos a nos adaptar a ela, de tal forma que não estranhamos nada mais. Nada mais nos incomoda, nada nos choca, nada mais nos faz refletir sobre a maneira como estamos vivendo, como estamos conduzindo a vida. Fatos que não são comuns são rapidamente assimilados e logo incorporados á nosso cotidiano irrefletidamente. Estamos acostumados a ver a violência contra idosos e crianças como um mal aceitável, pois afinal, estamos numa “selva de pedra”! É a cultura do indiferentismo, da insensibilidade, do individualismo, do consumismo. O que impede o exercício da solidariedade e do amor ao próximo. Essa cultura do consumismo, que veio trazida pelos meios midiáticos, que nos ensinam que se consumirmos “isso ou aquilo” seremos felizes, seremos aceitos, teremos (“asas”) super-poderes. Pois bem, a mesma mídia, que nos manda e ensina o que comprar, comer, vestir e o que fazer do nosso tempo livre, não traz pra nós o método de como conseguir a prosperidade necessária, para tanto. Nossa sociedade hipócrita de valores confusos e egoístas, vive sem rumo em busca de algo que não conhece, não compreende, mas deseja. Valorizamos mais uma árvore, do que semelhante. Nossas leis são incapazes de proteger a vida e a dignidade humana; pois temos leis mais severas para quem mata uma planta do que para quem mata uma pessoa. Na Declaração universal dos direitos humanos, adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948, está dito em seu Artigo II , que “Toda pessoa tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidos nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição”. Direito esse, que é também assegurado pela Constituição Federal do Brasil, mas que é diariamente ignorado, ou violado pelos nossos governantes que não se preocupam em criar mecanismos para assegurar o direito á igualdade e a liberdade de fato, para as pessoas que não têm recursos ou informações para fazer valer os seus direitos assegurados pela Carta Magna. “Toda pessoa,” diz a lei. Mas para muitos detentores do poder, o povo pobre, não são pessoas; são massa de manobras, para serem manipuladas á seu bel prazer, em beneficio de seus interesses pessoais ou do “grupo” á que representam. Diz ainda a declaração dos direitos Humanos em seu Artigo V , que “ninguém será submetido à tortura, nem a tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradante”, mas estamos acostumados, o contemplar nossas crianças sendo mutiladas, arrastadas pelas ruas, sejam por delinqüentes juvenis, (como no caso do menino João Pedro, de seis anos, no Rio de Janeiro, ou mesmo por uma pessoa rica, “culta”, como uma tal ”desembargadora” que espancava uma criança, porque esta não queria comer! ( imaginem o que ela faria, se a criança sujasse o tapete da sua sala!) Sim, até nossos índios são queimados nas praças, como um certo Galdino, índio Pataxó que foi queimado em praça de Brasília em meio aos gritos de jovens de classe média alta, que não tendo nada pra fazer, decidiram “brincar de pôr fogo em índio”. Mas, quem se lembra disso? Afinal, era só um índio! Pobre cidadão que ali, (na Capital, Federal, sede dos três poderes) estava para lutar pelos interesses de seu povo, que então, viam suas terras sendo invadidas, saqueadas. Foi para a terra dos homens “civilizados”, para ser abandonado na rua, em banco de praça. Como embaixador de um povo, foi vilipendiado, humilhado, e até queimado em praça pública. Mas era apenas um índio pobre, não era daqueles embaixadores, que quando chegam e suas caravanas, são recebidas nos melhores palácios da Capital Federal. Não veio oferecer suas riquezas, veio apenas “cobrar”. Era apenas um índio! Nossos presídios são verdadeiras “áreas de livre comercio”. Verdadeiras “zonas francas”. Quem esta lá não precisam trabalhar, estudar, (exceto na escola do crime, em suas “trocas de experiências” entre detentos), têm casa, comida e roupa lavada. É o mundo dos sonhos para muitos, que não tem nada disso mesmo trabalhando de sol á sol! Nessa terra sem leis, são livres, e tem todo o tempo para arquitetar seus “planos mirabolantes”. Lá se vende cigarros, maconha, crack, de lá se manda matar, seqüestrar, enfim, é uma terra sem leis. Mas o que fazer com essa gente? Afinal, se o código penal, prevê apenas prisão para quem comete tais crimes, como prender quem já está preso? Será que não seria esse o momento para se discutir outros tipos de punição (com exceção de pena de morte, é claro, pois como cristão, jamais apoiaria tal tipo de pena, independente do crime praticado) para quem persiste no erro fazendo da criminalidade um estilo de vida? Quando se vê alguns especialistas explicando a cultura do assaltante dizendo que os criminosos têm valores tão próprios, que para eles assaltar é visto como um direito; ou seja, pra eles isso é apenas uma espécie de distribuição de renda forçada, feita por meio de ameaças e tiros! Assim, também pensam muitos políticos corruptos, que colocam seu “direito de enriquecer” acima dos interesses da coletividade. Primeiro eu, depois se sobrar, o povo”! e quando são flagrados? É como diz aquela musiqueta, (ou “musiquinha”, como queiram), ridícula, “tô nem aí, tô nem aí...” É assim o nosso mundo. Nossa vida, nossos dilemas. Então nos perguntamos: meu Deus, o que fazer? Como agir? Com certeza não será a omissão, a melhor alternativa para essa cultura sem Deus, sem freios, desgovernada. Todos nós temos responsabilidades, e podemos fazer algo. O aposto Paulo já havia dito: Sabe porém isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. II Tm 3:1-5
O primeiro passo, em minha opinião, seria encucar, nessa sociedade atéia e fria, a palavra de Deus, pois, ela é como um remédio, “Luz para o caminho”. Não se recupera pessoas sem dar-lhes perspectivas morais e valores espirituais concretos. A experiência de décadas tentando recuperar criminosos sem a aplicação da PALAVRA DE DEUS, mostrou-se ineficiente. Sem efeito algum! Pois ela, a Bíblia, diz: ... as sagradas Escrituras, ... podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus. (pois) Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça, para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra. IITm 3:15-17
Mas este é o meu País. Minha terra, minha gente, eu não abra mão de vê-lo salvo pelo poder do evangelho, “pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego." . (Rom. 1 : 16) e também do povo brasileiro.
Por isso uso este espaço para dizer em alto e bom som: “BRASIL, CREIA NO SENHOR JESUS CRISTO E SERÁS SALVO”!!! Atos 16:31 Amém.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
As faces da violência
A violência se manifesta, de forma escancarada e cruel.A cada dia a sociedade se choca com fatos novos e assustadores que a mídia faze questão de explorar em busca de audiência.Todos os dias a população “sedenta” folheia as páginas de jornais e revistas em busca de novas notícias para preencher as lacunas do seu ser vazio e carente de emoções.A violência, que até muito pouco tempo era comum apenas nas grandes cidades, agora invade as cidades pequenas, o meio rural e até as famílias. Assaltos, seqüestros, furtos, roubos, estupros, assassinatos, conflitos por terras, fraudes e a tal da pedofilia, tendo como sua aliada a internet, que trás consigo uma sério de outros crimes “virtuais”, assolam o mundo inteiro.Não faz muito tempo e ouvíamos assustados, que na cidade de Brasília no Distrito federal, um grupo de rapazes da classe média alta, ateou fogo em um homem indígena chamado Galdino, que dormia em um banco de praça pública. Segundo a polícia, esse grupo passava pelo local onde galdino dormia, então, foram á um posto de gasolina compraram gasolina e voltaram ao local onde Galdino estava dormindo e laçaram o produto sobre ele, e ficaram assistindo a cena de dor e sofrimento do mesmo! A pergunta que eu faço a mim mesmo é: “por quê"? Por que tanta maldade? Quem teve a idéia? Como o idealizador conseguiu convencer os companheiros? Ninguém resistiu á essa idéia absurda? Enquanto o homem sofria pelas chamas, o que passava em suas mentes? Passaram os anos e em março de 2008, o país se via novamente aterrorizado com a notícia de um casal na cidade de são Paulo, havia jogado a filha do sexto andar do prédio onde moravam, tirando-lhe a vida ás vésperas de seu sétimo aniversário.Durante meses á fio ouvíamos esta mesma história todos os dias em todos os noticiários, até que outro fato assustador veio tomar o lugar deste na mídia.Em santo André SP, um rapaz mantém a ex-namorada refém dentro de sua própria casa por cinco dias. O mundo inteiro mais um a vez fica de olho na TV, para acompanhar o desfecho trágico de mais esta história. É então, que aparecem os especialistas em “comportamento”, “família”,"segurança” e outras especialidades, para darem seus conselhos, e soluções para casos como estes.Mas nenhim destes fala da verdadeira razão do problema, que acredito ser: “O homem sem Deus, se torna bruto, irracional.” Sl 73:22 Mas a violência nas suas várias formas, além de ser explorada pela mídia, sob pretexto de manter a sociedade bem informada, ocultando assim a verdadeira razão que os leva á busca de fatos assim para noticiarem; ou seja, a busca por audiência que representa o dinheiro enchendo os seus cofres, amanhã, aparecerá alguém com a “brilhante” idéia, como no caso do seqüestro de um ônibus no Rio de Janeiro, de transformar esta história em filme; e com certeza trará grande multidão ás salas de cinemas para se divertirem á custas do sofrimento alheio. Mas este leigo, acredita, que a única solução para o caos que estamos vendo nesta e em muitas outras áreas em nossa sociedade é uma volta urgente para Deus. A inserção imediata do ensino da bíblia sagrada nas escolas, para que as crianças tenham desde cedo, noções de justiça, amor e paz. (“Utopia”?) Não estou bem certo de que a divulgação, banaliza a violência, mas vejo parte da imprensa usando esse tema para lucrar e acredito que isso não seja correto. Os vejo como alguém que lucra com ás custas da desgraça de outros, pois acredito que não há dinheiro no mundo que pague o prejuízo que a divulgação dessas imagens trouxe e trará ás nossas crianças e adolescentes e ás pessoas que viveram direta. e ou, indiretamente esses momentos de terror. Que Deus se apiede de todos nós!
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