Há, atualmente, uma verdadeira campanha contra a vida e legitimação do aborto no Brasil. Mesmo que na Declaração universal dos direitos humanos em seu Artigo III, que “toda pessoa tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal. O que não é fato novo, pois na palavra de Deus no livro de Êxodo cap.20:13 está escrito: “Não matarás”. E este, é um principio eterno, e parte do pressuposto de que, se você não pode criar ou dar a vida, também não poderá destruí-la. Os que são favoráveis á legalização do aborto, argumentam que em alguns casos, o aborto é aceitável; como por exemplo, em casos de estupro, má formação do feto, e em casos em que a gestação coloca em “risco” a vida da mulher. Mas será que há algum caso, seja dos acima citados ou em qualquer outra situação, que realmente justifique matar uma pessoa, ainda que seja um “feto”? O E.C.A. diz que qualquer crime ou maus-tratos contra uma criança ou “incapaz”, deve ser punido de forma exemplar. E com isso todos concordamos com os defensores da vida, da infância, da adolescência dos direitos humanos e tantos outros. Mas um “feto”, ainda que seja gerado por meio de um ato de violência ou abuso, não seria um “incapaz”, que mereça a proteção e o cuidado por parte dessa mesma lei? Entende-se, que uma mulher, que tenha sido covardemente violentada, e como resultado venha uma gravidez indesejada, ficará traumatizada e sofrerá pelo resto de sua vida, com as lembranças terríveis, desse ato cruel. Concordo, plenamente. Mas, não posso deixar de fazer aqui algumas reflexões sobre o tema em questão:
O aborto, não será tão traumático quanto estupro, ainda que feito de forma “legal” e acompanhado por profissionais de saúde?
O “filho” seria somente do agressor, não seria também da mulher, ainda que não seja “desejado” e/ou planejado? É “legal” matar o próprio filho sob qualquer justificativa?
Não seria o aborto, apenas uma forma de o governo se livrar, de um problema social?
Não seria o caso, do “estado” propiciar á estas mulheres vítimas desse infortúnio, (pra não dizer tragédia) prestar-lhes todas as formas de assistência de que precisarem, como acompanhamento psicológico, médico e financeiro, até que esta criança nasça, e a família possa decidir se cuidariam dela ou não? E, caso não o queiram, o “estado” deveriam assumir o cuidado e a educação dessas crianças e ao invés de dar autorização para matá-los, encaminhá-los para programas de adoção, onde teriam a chance de serem amadas, cuidadas, tendo garantido o seu direito á vida, prevista na declaração universal dos direitos humanos. Ao invés de serem exterminados sem nenhuma chance de defesa. Enquanto penso nisso, me dói o coração só de pensar que um ato desses, possa causar tanto sofrimento, e por fim, a morte de um inocente, seja tão freqüente em nosso país! “Meu Deus, tenha misericórdia de todos nós”.
Se você puder, dê sua opinião sobre este assunto.
Um abraço pra você.